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MARCAR UMA CONSULTA
  • HOTEL PÉROLA_Chã de Areia_Santiago_Cabo Verde_2013

    • Geração de eletricidade fotovoltaica com backup, atendendo a 40% do consumo.
    • Aquecimento solar de água com recirculação.
    • Iluminação de baixo consumo em LED.
    • Sistema de ar condicionado eficiente e silencioso.
    • Sistema de dessalinização no local (osmose inversa).
    • Rede de dados de última geração baseada em IP.

    Assim, o Hotel Pérola transformou-se em um estabelecimento moderno, confortável e sustentável, atendendo às necessidades dos hóspedes e ao mesmo tempo minimizando seu impacto ambiental.

    Edificío MC_Prainha_Santiago_Cape Verde_2011

    • Sombreamento e isolamento térmico nas fachadas leste e oeste, bem como na cobertura.
    • Adoção de ventilação passiva para melhorar o conforto térmico.
    • Implementação de uma fachada verde vertical na rua principal, oferecendo isolamento acústico e térmico, purificação do ar, resfriamento e interação com a rua.
    • Captura de água da chuva proveniente do telhado para uso em sanitários e irrigação.
    • Utilização de painéis fotovoltaicos para suprir energia para o lar e os escritórios, entre outras medidas.

    Dessa forma, o edifício harmoniza as necessidades habitacionais e profissionais da família com eficiência energética, enfatizando a relação com o ambiente natural circundante.

     

     


    O Hotel Pérola é um estabelecimento urbano à beira da Praia, abrangendo 3240 m². Originalmente uma pousada familiar de 19 quartos, passou por uma reforma para se tornar um hotel quatro estrelas com 60 quartos, oferecendo serviços como piscina no terraço, salas de conferências e solário. A expansão incluiu a aquisição de uma porção de terra adjacente, resultando em um edifício remodelado. O objetivo era criar um hotel de fácil manutenção e baixo custo operacional, abrangendo todos os serviços modernos
    .

    O projeto incorporou estratégias para maximizar eficiência energética, sustentabilidade e conforto ambiental:

    Uso de construção pré-fabricada para agilizar o processo construtivo e minimizar perturbações na vizinhança.

    • Seleção de materiais duráveis e resistentes ao ambiente marítimo, incluindo cerâmica, vidro e aço inoxidável.
    • Isolamento térmico completo, como fachadas ventiladas, revestimento de cortiça nas áreas orientais e pátios, lã de rocha em pisos e vidros duplos isolantes.
    • Vidros com sensores que desativam o ar condicionado quando abertos.
    • Isolamento acústico nas lajes e tubulações com lã de rocha, portas dos quartos com guilhotina inferior e frigobares silenciosos e eficientes.

    O edifício de 711 m², desenvolvido pela Morais e Cruz Lda, possui uma configuração mista e abrange espaços residenciais e escritórios corporativos. Localizado na Prainha, um bairro litoral na cidade da Praia, o objetivo era criar uma estrutura que se adequasse ao estilo de vida da família, fosse energeticamente eficiente e realçasse a conexão com a natureza.

    Com base nos desejos dos clientes e nas características do local, concebeu-se um edifício que incorpora escritórios no nível térreo, serviços no piso inferior, uma área residencial no andar superior e espaços de lazer no último piso, com vista para o mar. Este último nível apresenta uma piscina infinita e um apartamento independente voltado para a rua principal.

    Foram empregadas diversas estratégias para alcançar um ambiente confortável e energeticamente eficiente, tais como:

    CASA CL_Palmarejo_Santiago_Cabo Verde_2007

    A abertura e a fluidez do espaço eram essenciais. O piso inferior foi projetado de forma aberta e flexível, conectado à plataforma da piscina. O pátio da piscina foi ampliado com um quintal de serviço e vegetação na parte traseira da residência, resultando em um ambiente que facilita a ventilação cruzada e proporciona conforto ambiental através da presença de água e plantas.

    No piso superior, os quartos foram estrategicamente posicionados com janelas e portas tanto ao norte quanto ao sul, permitindo uma ventilação natural eficaz. Táticas de sombreamento, como pergolados, varandas, persianas e elementos salientes, combinadas com isolamento térmico nos terraços, foram empregadas para proteger o interior da radiação solar direta. Esse arranjo resulta em espaços internos e externos confortáveis e abertos dentro da casa.

    Em busca da vista perdida, o projeto abordou o desapontamento dos clientes devido à obstrução de visão causada por edifícios altos à frente do lote, em contraste com o plano inicial. Um dos objetivos era recuperar parte dessa vista.

    O edifício foi concebido com uma configuração em forma de "L", elevado sobre uma plataforma acima da rua para capturar uma pequena vista a sudoeste, alinhada com uma rua que desce em direção a Palmarejo Baixo. As visões do interior foram orientadas para o espaço interno do "L", onde o pátio com piscina e a vista para o mar se encontram.

    NAUTILUS_CHÃ DE AREIA_SANTIAGO_CABO VERDE

    NAUTILUS_pdf

 

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